sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dor, braços cruzados, pedidos na madrugada, telefonemas...

Ela não aguenta, mas por amor insiste.


AMOR

Amor, então,
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.

Paulo Leminski

Um comentário:

glo goulart disse...

Ana aninha, dos meus desencontros!! Que cruel a vida que te fez longe dos meus passos mulher...

Saudades!!

Besitos